Erguida em pedra bruta, madeira reforçada e devoção inflexível, Nova Cresta resiste como um enclave murado na fronteira do desconhecido. Seus muros de pedra e paliçadas não protegem apenas contra o que vem de fora, mantêm seus próprios habitantes sob constante vigilância. Ruas de terra batida cruzam a vila entre construções austeras, marcadas por símbolos de Arathar que observam em silêncio cada passo, cada palavra, cada desvio.
Mais que um ponto de descanso, Nova Cresta é um lugar de passagem controlada, onde viajantes, mercadores e soldados se reúnem antes de enfrentar as regiões mais perigosas do Além-Vale, ou depois de sobreviver a elas. Aqui, a fé da Igreja da União não é apenas crença… é regra, presença constante e, muitas vezes, julgamento.